diário de feminizices
um conglomerado complexo e multimidiático de uma rainha do drama onde você encontra tudo que é feminino: literatura, política, moda, reflexões, pensamentos, cultura pop, opiniões, entretenimento... ou seja, tudo! ♡
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eu não sei o que fazer com aquilo que pedi (opens the original)
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vocês já desejaram muito algo ao ponto de aquilo preencher cada pedaço dos seus pensamentos? uma carreira brilhante, um romance avassalador, uma bolsa de estudos de tirar o fôlego de tão boa… eu acho que todas as pessoas normais já quiseram muito algo ao ponto desse evento se tornar uma espécie de marco ou uma virada de chave.pessoalmente, eu consegui “alcançar” um objetivo que eu queria muito: estou em um relacionamento com uma pessoa que me ama, e que eu amo muito também. e não me levem à mal,
quando acaba o inverno, chega a primavera (opens the original)
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hoje faz um ano desde que eu perdi a pessoa mais importante da minha vida.eu nunca havia tido que lidar com a morte de nenhuma pessoa próxima, e quando percebi isso em meados dos meus dezoito anos, comecei a comentar com todo mundo o quanto eu tinha medo disso. não medo de lidar com a morte, mas medo que depois de demorar tanto para me encontrar, ela decidisse levar a pessoa que eu mais amava. na minha cabeça, fazia todo o sentido: nunca fui atingida tão forte por nada, então quando o baque vies
eu espero na porta de casa como se fosse uma criança (opens the original)
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até os meus dezesseis anos de idade, eu era filha única com uma família classe média e pais “semi-presentes” — o que significa que meu pai e minha mãe participaram da minha de forma bem limitada, especificamente por motivos de trabalho.meu irmão mais novo nasceu no ano de dois mil e vinte, em plena pandemia. deste momento em diante, baseei minha vida em uma separação aparentemente simples, mas emocionalmente complexa: meus anos como filha única e meus anos como
o fenômeno dos passados hipotéticos (opens the original)
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ultimamente, venho passando por uma situação bem difícil: estava apaixonada por alguém. e isso até seria algo bom, se pudéssemos ficar juntos. mas, por mil e um motivos diferentes, isso era impossível. mediante essa infortuna situação, me peguei imaginando demais e fantasiando além da conta. e sendo alguém que gosta de pensar muito, encontrei uma maneira de nomear meu sofrimento… para pessoas que pensam demais assim como eu, apresento-lhes o conceito de “pas
eu choro bastante, mas sou muito produtiva (opens the original)
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antes de começar a terapia, há uns bons meses atrás, uma situação curiosa (e frequente) acontecia comigo: eu sempre sentia que precisava compensar as dificuldades que encontrava ao longo de alguma jornada com o sucesso.na minha cabeça, não tinha como alcançar a satisfação plena sem obstáculos; só existiam duas opções, sem escolhas adicionais: ou a trajetória era fácil, ou era dolorosa. e isso não me incomodava, afinal… is
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