Ale Santos
Uso ficção pra investigar quem escreve o futuro. Tecnologia, cultura e poder não são neutros. 2x Jabuti · TEDx
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Como funciona o roubo que a Inteligência Artificial faz com a literatura? (opens the original)
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Depois das discussões sobre Inteligência Artificial no antigo Twitter fui investigar o assunto, acredito que seja impossível barrar o avanço das IAs, por isso precisamos aprender a proteger nossos direitos de criadores e privcidade contra esse sistema. <source
A periferia está protegida do mercado da atenção? (opens the original)
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Quando Peter Smith esteve no Roda Viva, em 30 de junho, uma ideia me chamou especialmente a atenção: human fracking. Ela é basicamente a exploração da nossa capacidade de manter o foco sendo fragmentada pelo excesso de microconteúdos, o "Fracking” é o processo de fraturar essa capacidade humana. Com essa capacidade fracionada, fica mais fácil para as Big Techs lucrarem vendendo propaganda em conteúdos rápidos, fragmentados e incessantes.<a class="image-link image2 is-viewable-img" href="https://
O que o Ministério da Defesa do Reino Unido quer com escritores de ficção científica? (opens the original)
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Recentemente descobri que o Ministério da Defesa do Reino Unido mantém um programa que reúne escritores de ficção científica para pensar cenários futuros e se preparar para distopias no mundo real. Faz todo sentido por uma questão essencial da escrita: Escritores de ficção científica não são treinados para prever o futuro, são treinados para imaginar sistemas complexos como uma sociedade e especular como ela é impactada po
Quem consegue imaginar o futuro quando ainda está tentando sobreviver ao presente? (opens the original)
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Quem consegue pensar no futuro quando você ainda está tentando resolver o que te faltou ontem? Quando a urgência do amanhã é a conta de luz, do supermercado, e o máximo que você e sua família conseguem pensar é em um plano para continuar sobrevivendo do básico no dia a dia.<a class="image-link image2 is-viewable-img" href="https://substackcdn.com/image/fetch/$s_!lwLj!,f_auto,q_auto:good,fl_progressive:steep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2F18146de8-b55b-44a3
Existe um apagamento do campo da imaginação negra. E ele começa pelo nosso repertório. (opens the original)
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Isso não é uma opinião polêmica. Para mim, é quase óbvio, mas entendo que isso é, antes de tudo, uma questão de repertório — inclusive entre pessoas negras.No meu texto sobre o utilitarismo negro na literatura, eu já abordava um pouco dessa questão. Frantz Fanon foi um pensador radical, decolonial e revolucionário do século XX. Mas esse é um campo de estudo diferente do futurismo.Quando estudamos futuro, existem pelo menos dois grandes campos. O primeiro é o das previsões: inovação, tecnologia,
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